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Baiana, taurina, ascendente em gêmeos, lua em Capricórnio, elemento Terra... pés nem sempre nela. Guiada por Deus, pelo Anjo Daniel e pelo coração.
Amo escrever. Brinco com palavras e pensamentos.
Preguiçosa, mas atualmente acho que dormir é uma enorme perda de tempo.
Viciada em livros, teatro, música, Itacaré, mar, internet e açai.
Pré-publicitária, me perco em criatividade e imagens.
Vivo em meio a uma família linda e amigos igualmente lindos.
Fazer drama é uma das minhas especialidades. Fazer brigadeiro é outra.
Tenho borboletas na barriga, que se manifestam a cada minuto... sensibilidade à flor da pele. Amo borboletas e pessoas sensíveis. Ignoro pessoas vazias.
Nas letras... Luís Fernando Veríssimo, Paulo Coelho, Noah Gordon, Arnaldo Jabor, João Ubaldo.
Na música...Pearl Jam...Pearl Jam...Pearl Jam, Aerosmith, Nando Reis (meu poeta), Brian Addams, Duran Duran, U2, Coldplay, Elton John, Zélia Duncan, Norah Jones, Djavan, Caetano Veloso, Eros Ramazzotti, Alex Góes.

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"Há duas regras na vida: Regra nº1: não se incomode com coisas pequenas. Regra nº2: tudo são coisas pequenas." (Finn Taylor)
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23 março 2008
Meu segredo...


Meu Segredo
Leandro Dantas (Meteora)

Só um beijo vai calar
Esse coração
Que insiste em dizer não
E me faz amanhecer
Sozinho
Sem o teu carinho
Amor, vem me buscar.

Só o tempo irá dizer
Se é mesmo a razão
Que vai falar mais alto
Ou será que eu vou te ter
Mais cedo?
Você já sabe o meu segredo
Pra sempre vou te amar

Se você voltar
Tudo vai valer
Você pode até duvidar
Mas seja como for
Não tem como esse amor morrer.

Hoje me bateu uma saudade enorme de você...
Lembrei-me do seu rosto, dos seus olhos, da sua voz. Me dei conta de que nada foi esquecido.

A saudade foi apertando cada vez mais, e quanto mais lembrava de você, mais vontade eu tinha de te ver...As coisas que eu ainda desconhecia...os últimos gestos que te tornaram ainda mais ligado a mim...tudo trouxe de volta uma dor que eu achava já ter passado.

Tentei pensar um jeito de te encontrar, mas todas as idéias que me vinham, não eram possíveis para hoje...Vc não vai entrar aqui sorrindo e dizendo..."acabou a trégua, girafinha...cansei de pausa". Não tem mais volta...

Sei que preciso tocar a vida...vc me ensinou a brigar por ela. E talvez por isso eu não entenda porque vc não conseguiu brigar qdo era a sua vez de fazer isso.
E doi saber que eu não estive lá quando você me procurou...
Será que estava escrito que a gente não tinha q ser "a gente"? Será q pra eu ficar foi preciso que vc fosse?
Minha cabeça dá voltas...os fragmentos da dor vão se desprendendo e machucando as pessoas que estão à minha volta. Pessoas que eu amo e que tentam entender minha dor.
Quero conseguir te transformar numa lembrança linda...mas só numa lembrança. Não posso te ter tão presente...você não é mais tão presente...mas descobri que ainda te espero... me deixa te esquecer...

Pensei então numa maneira de chegar até você...este grito de saudade.
Palavras desencontradas que preciso colocar pra fora pra não pirar...palavras q não são nem metade do q tenho aqui dentro.
Estas palavras são para te dizer do meu sentimento...
Sabe o que sinto por você ?AMOR, Léo!!!

Não se preocupe, a sua mensagem chegou. Amei cada palavra e, apesar da dor, elas foram lindos presentes e vão me acompanhar pra sempre. Vou seguir tentando aproveitar ao máximo a vida e sempre sorrir, como você fazia!TE AMO Para sempre!!!!

------------------------------------

Mais uma vida jogada fora
Um coração que já não bate mais,
descanse em paz
Sonhos que vão embora, antes da hora
Sonhos que ficam pra trás

E agora? A dor é do tamanho de um prédio
A casa sem ele vai ser um tédio
Não tem remédio, não tem explicação, não tem volta
Os amigos não aceitam, o irmão se revolta
A família não acredita no que aconteceu
Ninguém consegue entender porque o garoto morreu
Tiraram da gente um jovem tão inocente
E a sua avó que era crente hoje tem raiva de Deus
O seu pai ficou mais velho, mais sério e mais triste
E a mãe simplesmente não resiste
Além do filho, perdeu o seu amor pela vida
E a namoradinha com quem sonhava se casar
Todo mundo toda hora tem vontade de chorar
Quando se lembra dos planos que o garoto fazia...

Ele dizia: "Eu quero ser alguém um dia”
Sonhava com o futuro desde menino
Ninguém podia imaginar o seu destino
Mais uma vítima de um mundo violento...
Se Deus é justo, então quem fez o julgamento?

Por quê um jovem que vivia sorridente
perde a sua vida assim tão de repente?
Logo um cara que adorava viver
Realmente é impossível entender
Nenhuma resposta vai ser capaz
de trazer de novo a paz à família do rapaz
Nunca mais suas vidas serão como antes

E eles olham o seu retrato na estante
Aquele brilho no olhar e o jeitão de criança
Agora não passam de uma lembrança
E a esperança de que ele esteja bem, seja onde for,
Não diminui o vazio que ele deixou
É insuportável quando chega o seu aniversário
E as suas roupas no armário parecem esperar que ele volte de surpresa
Pra ocupar o seu lugar vazio à mesa
A tristeza às vezes é tão forte
que é mais fácil fingir que não houve morte
Porque sempre que ele chega pra matar as saudades
Ele vem com aquela cara de felicidade
Alegrando os sonhos e querendo dizer que a sua alma nunca vai envelhecer
E que sofrer não é a solução
melhor manter acesa uma chama no coração
E a certeza na mente de que um dia se encontrarão novamente.
(Caio M. by G. Pensador)

------------------------------------

Saudade por toda parte...

[...não tem como esse amor morrer...]

Namaste

09 dezembro 2007
Divagando...ser ou não ser?

Se dizem por aí que cabeça vazia é oficina do diabo, podem considerar que, no meu caso, ele monta uma fábrica. Todas as relações tranquilizantes e festivas que acompanham a palavra "férias" ficaram perdidas num tempo remoto, onde a tal palavra até que me fazia algum sentido.
O que importa na verdade é isso, eu não posso ficar sem ocupações que minha cabeça já começa a brincar de Spielberg e monta um parque dos dinossauros capaz de surpreender minhas maiores seguranças. O drama é longo e só Deus sabe o rebuliço emocional que faço pra lidar com isso.
É aí que ponho em dúvida aquele sonho vago de ser socialite. Ok, por mais que me falem sobre seus empenhos em causas sociais, algo ainda me faz acreditar que a vida delas é fácil e rodeada de cifrões. E por mais que eu mantenha essa minha missão de vida, que é ser uma mulher pensante, admito que não seria nada mal incorporar esse tipo de trabalhadora cuja maior atividade é ficar em casa desfrutando o dom de existir.
Mas, coloque só uma faceta desse meu problema em jogo, e tudo virará ruínas.
Rola um boato aí de que as mulheres tem por natureza esse dom maquiavélico. Imaginar, sonhar, sofrer por antecipação e tomar partido de decisões que nem seriam nossas é corriqueiro e não exige muita prática da boa dramaturga. Basta que me citem o primeiro parágrafo e pronto, tomarei a liberdade de resolver o resto.
É por isso que daqui uns anos, nos bailinhos da terceira idade, não serei a ganhadora de nenhum concurso de miss-tricô. Simples motivo: rugas acumuladas desde os tempos de jovem, por problemas personificados. Poucos entenderão minha capacidade notável de transformar pequenas complicações no motivo suficiente pra uma terceira guerra mundial.
Podem não entender, mas aqui dentro é muito óbvio. Difícil mesmo é admitir que exagerei no fim das contas. E aí fico eu, esquizofrênica, tentando acalmar minha imaginação excessiva. Um dos meios que uso é esse, vir aqui e chorar as pitangas escrevendo. Ou, alternando as ordens, vir aqui e chorar, por não conseguir escrever merda nenhuma, e sem comer pitanga nenhuma.
Eu sou prolixa e tenho um diabinho sentado no ombro, me instigando como naqueles desenhos. Talvez seja a insegurança acumulada, talvez seja um meio que esse meu coração cansado (falou a oitentona) encontrou de se defender de ataques futuros. Ou talvez seja mais uma maneira irônica que essa minha vida banana tem de enfeitar a pior banalidade. Essa dualidade faz parte e vai de cada um produzir seus litros de sangue de barata ou aprender a dramatizar menos (opção
vetada).
O tal diabinho até pode ser esperto e saber bem manipular. Ele só esqueceu que no ombro ao lado tem outro cara, duas vezes maior e vestido de anjinho.
Ah, e que ele faz jiu-jitsu.


Final de semana um tantinho diferente, com direito a porrezinho no aniversário de tia Ly, dedicação plena à minha caminha no sábado (acreditem: sábado à noite e Sam em casa!!!) e domingo de praia sem sol e Sarau de Brown no Museu du Ritmo (Timbau King...sen-sa-cio-naaaalll...até mesmo na hora q o excêntrico percussionista entra caracterizado de King Kong!!!)


[Sometimes I wish someone out there will find me
Till then I'll walk alone]



Namaste

01 dezembro 2007
Desaguando a tristeza...e colocando a prosa em dia

Melhor do que acompanhar o tempo, acompanhar os momentos, é acompanhar seu próprio crescimento. Ver as marquinhas nas paredes internas e ir lá todos os anos, se surpreender com o tanto que você cresceu e progrediu. Apenas dois centímetros a mais, mas olha só como era há alguns anos.
Mudanças vieram, se foram, e o que restou foi isso, uma mescla de sonhos com realidades constantes. E idéias tão inconstantes que, mesmo de maneira tão duvidosa, te fazem assim, do jeito que você é, com suas manias, fatos, crenças, valores. Você e seu jeito de arrumar o travesseiro na hora de dormir, de encarar as despedidas, de acordar de mau humor, de detestar dia de chuva e de amar estalar os dedos. Seu jeito de encarar o bom dia, se virar com o mau dia e sobreviver aos próximos dias. Seu jeito de superar seu próprio jeito e o jeito do outro. Seu jeito de ser você, vivendo você, num espaço com vários outros eus.
É mágico entender que a vida é simples, clara e que flui tão tranqüilamente. Os pontos coloridos é você quem coloca, as sombras e os contornos também. Sobreviva às circunstâncias e crie seus atalhos. Misture as cores das idealizações com as da realidade. Clareie os tons escuros, apague o rascunho e mostre com orgulho que você pode não saber como, mas vive, e sabe viver. Estará pronto seu desenho e um desafio só seu, de superá-lo. As idéias estão correndo, e a caixa de
lápis de cor está aí...

Acordei sentindo o tal vazio e detesto isso. Bem longe, é claro, do
meu (sempre por perto) buraco negro. Reflexo das minhas atitudes impensadas, minha veia dramática e minha mania de achar q, apesar de tão diferentes, as pessoas podem ser um pouco iguais.

Não é culpa de ninguém eu estar me sentindo assim...a culpa é apenas das minhas expectativas e desse imã que insiste em me levar pro País das Maravilhas. Acorda Alice!!!
Acho que tem um tanto de impotência tb. Ser sacudida e perceber que não posso tudo causa um certo pânico (e dá-lhe Maria do Bairro!!).

E pra quem está boiando no meio desse texto, vou resumir: pisei na bola com uma pessoa ontem... entrei num processo desnecessário de possessividade... e não tenho como pedir desculpas pq se trata de uma pessoa 'quase' estranha q, a esta altura dos acontecimentos, deve
estar querendo ver qq pessoa no mundo, menos a besta aqui.


Vida corrida. Sinto tanta falta dos meus momentos tranquilos comigo mesma. Viver correndo como eu estou fazendo é um erro. É como comer correndo e perder todos os sabores, a pressa faz a gente perder detalhes importantes, faz perder o contraste das cores...
E essa aceleração é tão viciante que quando consigo 'parar' um pouco me sinto meio inútil... é como se todos me olhassem e dissessem: "olha lá a preguiçosa".
Por outro lado, estar parada (mesmo que por uns minutos pra curtir a onda de tristeza) me faz pensar em tudo que não tive tempo de pensar enquanto estava correndo. E ai vem um turbilhão misturando as idéias...as auto análises...os objetivos.
Odeio essas circunstâncias de ter crescido. Odeio cada documento posto à mais na minha carteira. Odeio não ter uma outra-eu em anexo para passar o dia tranqüila. É claro que tem benefícios: os trabalhos infinitos na faculdade me fazem evoluir, o trabalho na empresa me faz crescer (idem para o bolso) e até o estresse era um pouco necessário para essa minha garganta engolidora de sapos.
Eu to um pouco estressada e cansada. Vai passar, mas até lá eu fico aqui quietinha, dando o melhor de mim, e com palavras explodindo aqui dentro, loucas para sair e dar as mãos umas às outras.


Mas eu aprendi... é bom ficar quietinha de vez em quando.

E atenção!!! Blog novo em fase de criação.
Tenho tido problemas com o novo servidor e com meus neurônios quadrúpedes, mas espero q até o final do ano ele esteja prontinho e no ar.
Já fiz e refiz o layout as várias vezes que o meu tempo livre permite.
Já descobri que ele não pode ser exatamente como eu quero. E lá vou eu pensar em novas maneiras de mudar meu canto.
O nome vai mudar...o endereço tb. Mas a vontade de escrever permanece aqui...firme. E o tempo que eu fico sem aparecer por aqui me faz falta. Às vezes é preciso me sentir só pra lembrar q posso colocar tudo aqui...e já estou mais tão só (ok Sra. Dramática...está se superando hoje, hein?!?!?!).


As borboletas?? Estão aqui. Sim...elas continuam por aqui...por lá...por todo lugar.


[ Com o tempo foi dando uma coisa em meu peito
Um aperto difícil da gente explicar.
Saudade não sei bem de que
Tristeza não sei bem por que
Vontade, até sem querer, de chorar.
Angústia de não se entender
Um tédio que a gente não crê
Anseio de tudo esquecer e voltar]

Namaste

09 setembro 2007
Dando sinal de vida...

Slide da peça 7Conto, do Luis Miranda, retirado da postagem pq o som estava atrapalhando a leitura do novo post.

Pq ele merece ser visto várias vezes, por milhares de pessoas!!!!
(antes que enlouqueçam, optem pelo som do blog ou do slide, ok?)

A vida? Anda bem, apesar da correria (ou graças a ela). Tenho descoberto dons que eu desconhecia. E agora, além de trabalhar, cursar a facul e o curso de web, sou produtora-chefe de relações públicas de uma web rádio.

Mergulhei de cabeça nesse abismo de novidades e estou adorando a viagem. As asas da borboleta estão batendo como nunca.

Profissionalmente feliz. Ainda resta um vazio q, nas poucas vezes em q consigo pensar nisso, ainda incomoda. Talvez não seja hora de pensar nisso...

Vou voltar aos textos longos. No momento o tempo só me permite uma rápida atualização pq esse cantinho ainda é um espaço especial pra mim.

Volto quem sabe um dia
Porque os trilhos já tiraram do chão
Olho as tardes, vivo a vida
Nada é em vão

Namaste